Você sonhando alto com os pés no chão.
Você sonhando alto com os pés no chão.

Veja o que pensam alguns clientes, contemplados ou não, que fazem e concretizam seus planos, desejos e sonhos, através do Consórcio União
Camila tem 8 anos e é a caçula da família
Moraes Rofino,
residente em Campinas (SP). Estudante do 3º ano do Ensino
Fundamental, é boa aluna também para o aprendizado das
valiosas lições de cidadania e educação financeira
transmitidas pelos pais Rita de Cássia e João
Adalberto. Ao lado da irmã
Caroline,
dois anos mais velha, Camila é protagonista desta história
porque está entre os mais novos clientes ativos do Consórcio
União, e em especial, no rol de consorciados com idade
inferior a 10 anos.
“Tenho uma carta de crédito de automóvel, com o meu nome
e o meu CPF no contrato”, diz orgulhosa sobre o recente
presente que ganhou do pai. “Um presente para o meu
futuro, que pode ser um carro mesmo, ou então, como ele diz,
o dinheiro que está sendo guardado todo mês para pagar minha
faculdade”, completa, toda faceira, a garota que mesmo
muito antes de saber ler já reconhecia a tradicional marca
do Consórcio União nas correspondências enviadas aos demais
membros da família. Uma família, que como milhares de outras
muito especiais para a Administradora, têm boas e
verdadeiras histórias de vida, e sucesso, pra contar. E como
toda história de família, também esta começa com um pai e
uma mãe; no caso, os de Camila.
“Nossa primeira carta de crédito foi para a aquisição
do carro da Rita, também um presente meu”, diz João
Adalberto. “Depois, veio a casa onde residimos desde 2003,
quando, com dois lances de sorte, realizamos nosso grande
sonho: encontramos uma casa no bairro onde nascemos e
passamos a maior parte de nossas infâncias, e conseguimos
usar o meu FGTS. Digo que foram lances de sorte, porque
considero assim o resultado pelo atendimento, orientação
profissional e respaldo recebidos como cliente do Consórcio
União ao longo destes anos todos. Principalmente na época da
compra da casa, pois fui o primeiro consorciado de Campinas
a utilizar o Fundo de Garantia como parte de um lance num
consórcio imobiliário. E tenho certeza que a idoneidade e o
lastro de competência e eficiência administrativa do
Consórcio União, tanto junto ao mercado financeiro como no
próprio sistema de consórcios, é que agilizaram os
procedimentos junto à Caixa Econômica Federal. E de lá pra
cá, estamos só somando as alegrias e conquistas, como por
exemplo, conseguir a minha tão desejada camionete prata,
contemplada com a carta da Caroline. E agora? Agora que Rita
e eu ensinamos e fornecemos ferramentas reais para que as
meninas saibam da importância de um planejamento
para conquistar a disciplina financeira pessoal e familiar,
vamos à próxima etapa: queremos utilizar o saldo que ainda
tenho do FGTS para o pagamento final da casa, ou das
parcelas que ainda restam do contrato. Já conversamos com a
profissional de vendas da Filial Campinas, a Lucimar, que
aliás é quem nos atende desde que escolhemos o Consórcio
União há mais de 10 anos. Ou seja, ela, que ajudou a
construir boa parte da história da família Moraes Rufino,
vai saber o que de melhor ainda podemos fazer para
continuarmos, de forma segura, a conquistar novos sonhos
através do consórcio”.
Felipe, de 8 anos, quer uma
motoca elétrica pra acelerar nas retas, fazer curvas e também pular alguns dos
obstáculos do condomínio onde mora. O pequeno Lucas, aos 4 anos ainda não sabe muito bem qual o
modelo do veiculo que deseja, mas tem certeza que também será um com duas rodas
- ou três, quando considera sua idade atual. E a adolescente Gabriela (que não
está na foto), com 14 anos já tem a noção exata que o
investimento que está sendo realizado hoje garantirá um imóvel para sua futura
moradia, ou para fazer outros planos com o dinheiro que resultará de sua venda
ou de um contrato de locação.
Crédito, os três
já têm.
Filhos do empresário londrinense Edivaldo Santos
Novais, eles podem mesmo sonhar alto, como qualquer criança.
Mas, diferentes de muitas, têm mais chances de concretizá-los. "Cada um já
tem sua carta de crédito, sua poupança programada", diz o pai, orgulhoso da
iniciativa que tomou junto com a esposa Fátima Regina há 3 anos, quando resolveu colocar três de seus cinco contratos no nome
dos próprios filhos.
"O consórcio é uma forma moderna de educação financeira,
principalmente para as crianças. É uma maneira de transmitir, de forma real,
como é importante saber guardar, planejar e ir construindo pouco a pouco um
futuro seguro. E também de dar um bom exemplo do que é um compromisso
financeiro - que é diferente de dívida - e da importância do comprometimento
dos pais com estes valores, que são essenciais para uma vida de sucesso, tanto
financeira como pessoal. Ou seja, o boleto mensal com o nome de cada um
impresso como o titular de um plano, é um exemplo claro para todos eles, até
mesmo para o Lucas que ainda não sabe ler, de que o que eles querem hoje,
terão no futuro. É a representatividade do custo x benefício."
E os princípios de uma boa gestão financeira não estão apenas no núcleo
familiar de Edivaldo e Fátima Regina, gerente geral da Rondopar. Sócio do irmão
Sidney na Borrachas Guaporé, empresa com lojas em Londrina, Arapongas e
Curitiba, para atender os setores comercial, agrícola e industrial no segmento
de artefatos de plásticos e borrachas, o empresário e diretor financeiro também
utiliza o sistema de consórcios para programar a renovação da frota de
veículos, "sem precisar utilizar o capital de giro da empresa", e já
planeja a compra do prédio onde tem a sede.
"A idéia é nos capitalizarmos, mês a mês, para adquirirmos o prédio e
assim também ampliarmos nossas instalações em Londrina. Além disso, penso que
investir através de consórcio, seja em cotas de veículos ou de imóvel, é também
uma forma de mantermos uma reserva financeira, imprescindível nos dias de hoje.
Pois quando temos uma reserva, a crise pode ser uma oportunidade para novos
negócios".
O vigilante Reginaldo Caetano de Foz do Iguaçu é exemplo deste novo perfil de consumidor que cada vez mais vêm aderindo ao consórcio imobiliário. “Morava com minha esposa e meu filho na residência de parentes, mas sempre alimentando o sonho de ter a nossa casa. No Consórcio União encontrei uma cota de imóvel que oferecia o valor de crédito que eu precisava e com parcelas que cabiam no meu bolso. Utilizei meu FGTS como parte do pagamento e hoje estamos muito felizes morando em nossa própria casa”.
Mais do que um meio para chegar rápido ao trabalho, passear com a namorada ou sair com os amigos, a compra do primeiro automóvel representa para Jackson Marçal da Costa uma oportunidade de começar a construir seu patrimônio e garantir a segurança financeira do futuro.
Aos 22 anos, o londrinense é um exemplo de que, cada vez mais, os jovens estão tomando consciência de que quanto mais cedo começarem a poupar, menor será o montante a ser despendido mensalmente para acumular um bom patrimônio na época da aposentadoria.
Trabalhando desde os 14 anos, Jackson – que hoje é promotor de merchandising em supermercados de Londrina – aprendeu que realizar grandes sonhos exige planejamento, e que o fator determinante para concretizá-los não é o quanto se ganha mensalmente, mas como se administra este dinheiro.
Ele começou seu planejamento financeiro há dois meses, quando adquiriu uma carta de crédito de automóvel do Consócio União. Desde então, vem aplicando cerca de 40% de seu salário no sonho de aquisição do primeiro carro. Com o restante, ainda consegue ajudar a mãe, pagar cursos técnicos e com um pouco mais de moderação, fazer os mesmos programas que os jovens de sua idade fazem.
“Eu sempre fui econômico, mas escolhi poupar através do Consórcio União para comprar meu primeiro carro, porque além de oferece parcelas que eu posso pagar, me ajuda a guardar dinheiro mensalmente sem que eu corra o risco de gastá-lo com qualquer besteira. Acho que na poupança sofreria a tentação de tirar dinheiro para qualquer necessidade”.
Uma das grandes alegrias das mães é ver no comportamento dos filhos os valores que ela ensinou. Quando ganham dinheiro dos pais, Juliana, de 11 anos, e Victor, de 6, não gastam aleatoriamente. Eles vão guardando pequenas quantias para comprar, a longo prazo, um brinquedo ou outro objeto de maior valor, que ganhariam somente em datas comemorativas.
Isto porque a mãe, Luci Manchini, sempre ressaltou em casa a importância do planejamento, da disciplina e da dedicação para alcançar quaisquer objetivos da vida. “Para passar de ano na escola, eles sabem que é preciso estudar todos os dias, durante o ano todo. Com os bens materiais que eles querem, a regra é a mesma, porque é assim que as coisas acontecem com os adultos”.
Por enquanto, as duas crianças ainda poupam com o objetivo de satisfazer os desejos de consumo próprios da idade. Mas eles já aprenderam que é preciso começar a se preparar o quanto antes para chegar à idade dos avós com maior segurança financeira. “Vejo na televisão que muitos idosos não têm onde morar, e sofrem para pagar o aluguel”, diz Juliana.
A lição ela aprendeu em casa. Há cerca de cinco anos Luci – analista de marketing da Sercomtel, empresa de telecomunicação em Londrina – comprou uma carta de crédito de automóvel do Consórcio União. Segundo ela, foi a melhor alternativa que encontrou para adquirir o carro a prazo, sem prejudicar a renda mensal. “Comprei o consórcio, é claro, pela utilidade que o veículo teria no meu dia-a-dia, mas também pensando que a aquisição somaria no patrimônio que vai ajudar a garantir um futuro financeiro mais tranqüilo para meus filhos”.
Um ano após quitar a carta de crédito, e há menos de uma semana para o Dia das Mães, Luci comemora o recebimento de “um presente adiantado”. Com a finalização de seu grupo, o Consórcio União – como normativa da empresa – devolveu o resíduo do caixa a todos os integrantes. “Fiquei surpresa ao receber a informação. Até então, eu não sabia que tinha direito a este dinheiro. Isso demonstra a idoneidade da empresa e o respeito que ela tem pelos consorciados”.
Como a grande maioria das mulheres, a designer Andréa Libos Figueiredo se sente tentada a gastar mais do que deveria diante das opções de roupas, bolsas e acessórios
que mudam a cada variação da moda. E, nem sempre, ela consegue resistir aos apelos da propaganda.
Com dois filhos pequenos, a tarefa de controlar as despesas mensais fica ainda mais difícil: presentes, festas de aniversário, passeios, lanches no shopping. Para Andréa, e para muitas famílias brasileiras, quase todas as ocasiões do dia-a-dia acabam levando a pequenos gastos supérfluos, que quando somados no final do mês, se transformam em um valor considerável.
Por isso, quando assistiu a uma reportagem da rede Globo sobre finanças pessoais, que citava o consórcio como alternativa de poupança, Andréa sentiu que aquela poderia ser a maneira mais eficaz de conseguir poupar de verdade.
“Muitas vezes, no começo do ano, planejamos fazer uma poupança, com o objetivo de depositar uma quantia de dinheiro todos os meses. Mas isso não ocorre na realidade. Como eu e meu marido somos profissionais liberais, não temos um orçamento fixo todo mês e fica mais difícil realizar um planejamento financeiro”.
Com casa própria e uma empresa de eventos bem instalada, Andréa comprou uma carta de crédito de imóveis do Consórcio União com um único objetivo: investir. “O consórcio é uma ótima ferramenta para economizar regularmente, é como uma poupança obrigatória. Ainda não sei exatamente para que vamos utilizar o crédito, mas uma das alternativas é investirmos futuramente no crescimento do nosso negócio”.
Para auxiliar aqueles que também sentem dificuldade em poupar de verdade, o Consórcio União disponibiliza o site www.meupatrimonio.com.br, com dicas e orientações sobre educação financeira, e com planilhas de orçamento pessoal e familiar, que podem ser baixadas para utilização no dia-a-dia.
Estudos explicam que quando um consumidor se sente satisfeito e feliz com um serviço ou produto, a tendência é que ele queira compartilhar a experiência com as pessoas que estima. Com seu José de Souza, gerente administrativo de uma empresa de alimentos em Londrina, tem sido assim.
Depois que conheceu a facilidade de negociação e as vantagens das cartas de crédito do Consórcio União, influenciou a família e os amigos a também aproveitarem os benefícios do sistema. O resultado? Hoje, os dois filhos, a futuro genro e o futuro sogro da filha têm cotas de consórcio da Administradora. Sua secretária, o dentista da família e outros conhecidos estão fase de negociação com a empresa.
Tudo começou quando a família de Souza mudou-se de Santa Catarina para Londrina, em 2003. Areni, a esposa, explica: “encontramos o apartamento ideal para morar: amplo, bem localizado, instalado em um belo condomínio e com uma vista privilegiada. Mas, tínhamos somente parte do capital para adquiri-lo e precisávamos de crédito para completar a diferença”.
Souza recorreu ao financiamento bancário, mas encontrou muita burocracia, parcelas incompatíveis com seu orçamento e juros desvantajosos. Certo dia, andando em um centro comercial, encontrou um plantão de vendas do Consórcio União e buscou informações. “Eu sempre tive receio em relação ao sistema de consórcios. No entanto, quando conheci realmente o funcionamento do serviço percebi que era a melhor opção não só para a aquisição do imóvel ou do carro da família, como para a realização de poupança e de investimento. Comprei duas cartas de crédito, e em seguida o nosso apartamento”, conta Souza.
“Nossos filhos seguiram o exemplo, e hoje a empresa faz parte da família”. Orgulhosa, a mãe comemora: “Eles fizeram a escolha certa. A mentalidade do brasileiro, principalmente do jovem, é muito consumista; se não há um compromisso mensal, fica quase impossível guardar dinheiro na poupança. E a segurança financeira do futuro tem que começar a ser construída o mais cedo possível”.
Fabiano, 26 anos, mora com a esposa em um apartamento adquirido há dois anos através de uma cota do Consórcio União. O aluguel foi substituído pelas parcelas do consórcio, e com a compra o casal passou a investir na construção de seu patrimônio.
Franciane e seu namorado Diego, ambos com 21 anos de idade, já começaram a planejar o futuro. Os dois têm cartas de crédito de moto, e futuramente, querem unir o montante dos bens para utilizar como lance na compra de um consórcio de imóveis. O pai de Diego também utilizou uma cota do Consórcio União para comprar o caminhão com o qual trabalha.